Por Júlia Rohden - Agência Pública/Repórter Brasil | 02/05/22 reporterbrasil.org.br Drones driblam a proibição da pulverização aérea nos poucos locais que vetaram o uso de aviões no país; segundo especialistas, pesquisas sobre os riscos do novo método de aplicação de pesticidas ainda são insuficientes para garantir segurança Uma máquina corta o céu da lavoura de cana de açúcar, a cerca de 3,5 metros do chão, gerando um zumbido alto e constante. O aparato, no caso, é um drone, que despeja agrotóxicos na plantação enquanto é controlado por um operador via aplicativo no celular. O equipamento é capaz de voar por cerca de dez minutos e pulverizar um hectare, o equivalente a um campo de futebol, antes de voltar para a base para trocar as baterias e ser abastecido com mais químicos. A cena, registrada em uma fazenda de Olímpia, interior de São Paulo, está disponível no YouTube , onde vídeos do mesmo tipo são cada vez mais comuns: drones tê...