No último dia 25 de outubro foi dado início uma operação da polícia civil do Rio Grande do Sul chamada de Érebo. Uma ação policial claramente anti-anarquista em Porto Alegre. Tal ação teve como alvo a Federação anarquista gaúcha, o Instituto Parrhesia e a ocupação pandorga. A operação policial foi articulada em conjunto com veículos de comunicação de massa, culminando em uma reportagem do programa fantástico que associa a ideologia anarquista ao terrorismo. Historicamente os agentes do capital, os detentores das mídias burguesa e os aparelhos de repressão do estado “pintam” o anarquismo como um mosaico do caos, medo e terrorismo. A investida detratora demonstra claramente a preocupação da classe dominante com o projeto anarquista de sociedade que rechaça a democracia representativa e apresenta como alternativa para o panorama eleitoral para 2018 o fortalecimento dos movimentos sociais e a elevação do nível de ação direta do povo buscando construir o poder popular desde baixo e à esque...